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Maringá é a cidade do Paraná com maior crescimento populacional em um ano, diz IBGE

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Maringá é a cidade do Paraná com maior crescimento populacional em um ano, diz IBGE

Município tem população estimada em 417.010 habitantes, um aumento de 10 mil pessoas em relação a 2017.

Maringá, no norte do estado, é a cidade paranaense que teve o maior crescimento populacional no último ano, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O município ganhou mais 10.317 moradores; a população estimada em 417.010 habitantes.

A estimativa populacional para 2018 foi divulgada nesta quarta-feira (29). Conforme o IBGE, o Paraná tem 11.348.937 de habitantes.

Enquanto Maringá cresceu, Foz do Iguaçu, no oeste, teve maior queda no número de moradores. Em 2017, o município tinha 264.044 habitantes e agora são 258.823 moradores.

“Foz tem uma característica de perda de população, não tem atividade industrial. Mas essa é uma estimativa da população, em 2020 com o novo Censo é que teremos números precisos”, diz o chefe do IBGE no Paraná, Sinval Dias dos Santos.

Jardim Olinda, no noroeste do estado, segue como a menor cidade, com 1.343 moradores, 53 a menos que no levamentamento de 2017.

Na outra ponta, a cidade com o maior número de habitantes é Curitiba, com 1.917.185 de habitantes.

Dez maiores cidades do Paraná:

  • Curitiba: 1.917.185
  • Londrina: 563.943
  • Maringá: 417.010
  • Ponta Grossa: 348.043
  • Cascavel: 324.476
  • São José dos Pinhais: 317.476
  • Foz do Iguaçu: 258.823
  • Colombo: 240.840
  • Guarapuava: 180.334
  • Paranaguá: 153.666

Cidades com maior crescimento da população:

  • Maringá: 10.317
  • São José dos Pinhais: 9.946
  • Curitiba: 8.826
  • Londrina: 5.504
  • Cascavel: 4.868

Cidades com a maior redução de moradores:

  • Foz do Iguaçu: -5.221
  • Pitanga: -1.380
  • Bandeirantes: -960
  • Guaraniaçu: -908
  • Santa Maria do Oeste: -892

Associação contestam pesquisa

Das 399 cidades do Paraná, 287 (71%) apareceram na listagem divulgada nesta quarta-feira com população menor que a projetada em 2017.

O presidente da Associação dos Municípios do Paraná (AMP), Frank Schiavini, prefeito de Coronel Vivida, diz que discorda da metodologia adotada pelo IBGE.

“Não concordo com essa projeção que o IBGE faz. É bem contestável isso, é bem preocupante para os municípios que terão queda no FPM [Fundo de Participação dos Municípios]. Em um momento tão difícil para melhorar a arrecadação, o IBGE aparece com essa contagem projetada. Vamos lutar pelos municípios que tiverem queda na arrecadação”, diz.

O FPM, citado pelo prefeito, é um recurso distribuído pelo Governo Federal com base no número de habitantes dos municípios.

O IBGE informou, em nota, que reformulou a base de cálculo. Segundo o Instituto, as estimativas de 2017 foram calculadas com base em projeções antigas.

“A comparação direta com as estimativas de 2017 está prejudicada, pois fizemos uma revisão nas Projeções de População do IBGE, que servem de base para o cálculo das Estimativas de População dos municípios. As estimativas de 2017 foram calculadas com base nas Projeções antigas, enquanto as de 2018 foram calculadas a partir das novas projeções divulgadas em 25 de julho”, diz a nota.

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